sexta-feira, 4 de julho de 2008

Férias por um mundo sustentável


O título deste post parece nome de livro de auto-ajuda ou papo de guia espiritual, mas não é nada disso. Trata-se, na verdade, da temporada que cinco estudantes brasileiros vão passar nos Estados Unidos, discutindo e desenvolvendo iniciativas simples e baratas para a sustentabilidade.

São eles: Miguel Chaves, Gustavo Fujiwara, Mariana Negrão e Rafael de Barros Carrilho, graduandos de engenharia da Universidade de São Paulo (Poli-USP), e Marcio Botto - doutorando em Saneamento Básico da Universidade Federal do Ceará. A programação das suas férias é ficar por quase um mês no renomado MIT - Massachusetts Institute of Technology, numa equipe de 60 estudantes de 18 países, como Índia, Peru e Canadá.

Eles participam do IDDS - International Development Design Summit, projeto que está na segunda edição e é organizado pelo MIT, pelo California Institute of Technology e pelo Olin College of Engineering. O grupo reúne desde engenheiros até médicos, que se inscreveram no programa e foram escolhidos pela afinidade com projetos sociais.

A jornada vai de 14 de julho a 8 de agosto. Eles serão divididos em equipes e estimulados a criar soluções sustentáveis para as necessidades das próprias comunidades onde vivem. Parece abstrato, mas a prática é simples: por exemplo, um dos grupos de 2007 desenvolveu um projeto voltado aos habitantes de vilarejos com dificuldade de acesso à água, através da criação de bolsas de plástico ergonômicas para o transporte do líquido a longas distâncias.

Além de permitir que o sujeito caminhe mais confortável da fonte até a sua residência, o sistema reduz a contaminação da água. Um dos projetistas levou a idéia para casa e está implementando-a na Tanzânia, país do continente africano.

O brasileiro Miguel Chaves esteve na edição de 2007. Gostou tanto que, no último domingo, embarcou de novo para os EUA. Vai participar da segunda edição do IDSS, agora na condição de ‘monitor’. Para ele, a viagem não é só uma questão de carimbar mais uma vez o MIT no currículo: “Os valores de cada país são muito diferentes. A experiência é fenomenal”.

O estudante também dá uma dica: quem quiser acompanhar as atividades pode conferir o blog recém-criado pelo grupo. Foi de lá que saiu essa foto do post – o cara em destaque, aliás, é o próprio Miguel no encontro do ano passado.


quinta-feira, 3 de julho de 2008

Sexo por um mundo melhor!


Nós já vimos ações estranhíssimas para ajudar o meio ambiente: um artista que usava poluição para pintar suas telas, uma balada que gera energia com o piso graças aos movimentos do público, um referendo contra o consumo e pessoas que se despiram para protestar ou pedalar por um mundo melhor.


Bom, ficar pelado é uma coisa, agora, imagine fazer sexo para salvar o meio ambiente? É isso que o site pornô Fuck For Forest (precisa traduzir?) pretende! Criado pelo casal roqueiro Leona Johansson e Tommy Hol Ellingsen, o FFF.com destina 80% das verbas arrecadadas com a assinatura do conteúdo do site para entidades e ações ambientais.


O casal descobriu que existe um grande público interessado em um conteúdo, digamos, mais lascivo quando se trata das questões ambientais. Em um festival de música norueguês, em 2005, eles protagonizaram uma cena, hum, mais picante para conscientizar o público para as causas ambientais. Como deu muito certo, criaram o site.


Há fotos, vídeos e shows ao vivo de Leona e Tommy, além de seus amigos, se “introzando”. Além disso, os membros (que assinam por US$ 15 por 30 dias) podem dividir suas experiências sexuais com a comunidade por meio de webcams. Pode-se comprar também camisetas como lembrança, embora não sejam tão apropriadas para se usar por aí...


Para se ter uma idéia do sucesso da iniciativa, no ano passado, o casal arrecadou US$ 120 mil. O único problema é que algumas organizações não aceitaram a contribuição, como a World Wildlife Foundation por causa da notoriedade do grupo.


Pelo menos, alguém está se divertindo com a preservação do meio ambiente...

No site da Super.

Gamers reclamam de jogos "coloridos demais"

Imagem de Diablo, colorido demais para os fãs [montagem via Kotaku]

Hoje eu experimentei rapidamente o Echochrome, inovador puzzle do PSP e PlayStation 3. Gosto de puzzle e coisas inovadoras, então achei a experiência bastante interessante e diferente. Há duas coisas que chamam a atenção, de cara: a trilha sonora, que é um erudito marcante, com sinfônica completa. Mas o mais bizarro, fora a premissa do jogo em si, é o seguinte: ele é em preto-e-branco. Imagine um jogo feito em 2008, sem cores? Pois é, uma opção artística da produtora que faz sentido dentro de premissa do joguinho. E não incomoda. E poxa, se há filmes em preto-e-branco sendo feitos ainda hoje, gente tirando foto em P&B e sépia, por que não imaginar um mundo virtual menos colorido? O interessante é que há uma tendência para a não-cor, ou as cores lavadas, nos jogos ditos “realistas”. Se o primeiro GTA era coloridíssimo, os últimos foram ficando mais escuros – mais parecidos com a realidade? Se Metal Gear do Nintendinho tinha um verde que mal existe na natureza, o último prefere tons de cinza e Bioshock é escuríssimo. O mundo é de fato menos colorido que os videogames, ok, mas precisa deixar as coisas assim, para o bem do “realismo”?


É verdade que a Nintendo continua fazendo jogos coloridíssimos, Mario Galaxy e Zelda sendo apenas alguns exemplos. Mas há outras empresas também tomando esse caminho: Little Big Planet, esperado título do PS3 é uma experiência quase lisérgica e o Okami, que eu peguei semana passada para o Wii, também tem uma direção de arte interessantíssima. O curioso é que o público tem dividido as coisas meio assim: pouca cor, adulto, colorido demais, para criança, bobo. Vejam só: tão logo a Blizzard anunciou Diablo 3, no último domingo, apareceu uma petição online para deixar o jogo menos colorido. Coisa do tipo: “ah, eu me sentia no inferno, agora estou preso numa fase de Kingdom Heart. Não quero!” Bobagem, não? Povinho retrógrado. Eu me divirto muito mais com os extremos (sem cores, como Echochrome ou pirado como Okami) que essa mania de natureza-morta.


Por Pedro Burgos, no site da Super.

Puro caos cibernético


Não acredito que fiquei 27 horas, 39 minutos e 17 segundos sem me logar! Foi terrível! Foram as horas mais difíceis da minha vida! Caso você não use o serviço Speedy, da Telefonica, ou não more na região metropolitana de São Paulo, provavelmente está se perguntando do que este louco está falando.

Tudo aconteceu na bela manhã de 3 de julho, quando o serviço de banda larga da Telefonica simplesmente entrou em pane, deixando milhares de usuários desconectados, desligados, desglobalizados (pode parecer que estou exagerando, mas nunca imaginei que minha vida seria tão difícil sem a web).

O lado bom disso tudo é que o Procon declarou que pessoas que sofreram danos podem reivindicar bufunfa. E eles que ousem dizer que não sofri danos! Perdi vários golds no Gunbound, perdi a oportunidade de conseguir mais $ences no Fórum IEssence, perdi um episódio de Naruto, perdi uma batalha virtual em World of Warcraft... tudo por causa da incompetência da Telefonica!!!

É nessas horas que eu gostaria de ser um mutante com características genéticas do Roberto Justus e do Capitão Nascimento para poder dizer: "Telefonica, você está demitida, sua fanfarrona!"

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Faixa vermelha no céu?


Vejam que interessante esta faixa vermelha no céu! Parece até coisa de ET, mas não é não! É simplesmente uma nuvem gasosa que o Hubble detectou com o filtro de hidrogênio chamado H-alfa. A nuvem é o que sobrou da explosão de uma supernova há mais de 1.000 anos atrás. A SN1006 que explodiu a 7 mil anos-luz de distância foi provavelmente a supernova mais brilhante já vista da Terra. Imagino que o leitor esteja curioso para saber se estas cores são reais mesmo.... eu sempre digo que as cores das imagens do Hubble são uma boa aproximação das cores reais. O hidrogênio-alfa, por exemplo, tem uma cor avermelhada, por isto escolheram esta cor para representá-lo nesta imagem. As outras cores foram tiradas com filtros verde e azul.

Por Duilia de Mello, no site da Super.

Oito em cada dez adultos não sabem fazer ovo cozido

Quais são as suas habilidades na cozinha? Fazer pipoca de microondas não conta. Pois é, o negócio tá feio. De acordo com uma pesquisa inglesa, oito entre dez pessoas não tem noções básicas de cozinha, como fritar um bife ou fazer um ovo cozido.

A Somerfield, rede de supermercados inglesa que conduziu o estudo, entrevistou 1.500 pessoas e descobriu que 70% dos adultos não sabem cozer um ovo, enquanto 83% não sabem quanto tempo leva para fritar um bife. E ainda, 9% acham que leva menos de 30 minutos para cozinhar batatas.

Sua situação é parecida? Então aí vai um vídeo educativo:




Por Nina Weingrill, no site da Super.

Buemba! Apple resolve desbloquear o iPhone


É isso aí. Além do iPhone "normal", que requer um contrato de dois anos com a operadora americana AT&T (e, portanto, não pode ser trazido para o Brasil), também será lançada uma versão destravada do aparelho, que não exige compromisso nenhum - e vai custar de 600 a 700 dólares. É uma senhora paulada, o triplo do preço normal. Mas a notícia é boa, pois significa que não vamos mais ficar à mercê das operadoras de celular. Quem quiser um iPhone 3G desbloqueado poderá, sim, encontrá-lo no Brasil.

Por Bruno Garattoni, no site da Super.