sábado, 2 de agosto de 2008

Fale inglês e jogue melhor



Já foram 17 horas de GTA IV. Por enquanto o jogo é tudo isso aí que falaram. Como jogo em si há missões bem legais (muitas repetitivas, ok), lá pra frente tem algumas bem difíceis, a variedade da direção (mais realista) também é fera, quando você cansa da história pode brincar de policial ou apostar umas corridas... É um jogo muito bom. O mais legal mesmo, disparado, é a riqueza e diversidade do mundo criado. As rádios têm comerciais e conversas hilárias, os sites de internet que você acessa nos cybercafés também, cada bairro tem sua peculiaridade, tanto no estilo arquitetônico quanto nos habitantes. Passe no bairro hispano pra ouvir um bocado de “cabrón” e “pendejo” ao atropelar os locais. Até achei um brasileiro lá, pelos bem pronunciados palavrões em português. E a história é ótima. Já passei por duas viradas hollywoodianas, e alguns personagens são inesquecíveis, como o bombadão Brucie aí de cima ou o jamaicano Little Jacob. E aí eu fico pensando... Os gamers brasileiros que não entendem bem inglês perdem MUITO da graça do jogo. Muito mesmo. E não são poucos, é só dar uma olhada nos fóruns por aí com um monte de gente pedindo traduções, dizendo que não entendeu a história... E não tem muito jeito. O último jogo dublado para português que me lembre foi Halo 3 (ótimo trabalho, por sinal), e raríssimas vezes há legendas em português nos jogos. Quando era moleque eu aprendi muita coisa mesmo de inglês jogando, mas jogava com dicionário do lado. Mas na boa, chega uma hora que é preciso entender um bocadinho mais pra apreciar um GTA IV, Bioshock ou games com histórias mais pesadas. Então, amiguinhos gamers não-falantes de inglês. Se é preciso de mais algum incentivo para entrar num curso, que seja esse. Fale outra língua e jogue melhor. E só pare o curso quando conseguir entender totalmente as resenhas do Zero Punctuation. Porque vale.

Foguete no último dia em Oshkosh

Nosso último dia em Oshkosh foi premiado ontem com o segundo vôo de estréia do foguete de corrida (rocket racing), fascinante!! O pessoal inventa cada uma, agora é possível apostar corrida dentro de um avião monomotor equipado com um foguete. Quando o piloto liga o foguete, o aviãozinho dispara no ar a uma velocidade perto de 330 km/h. Faz um barulhão e solta labaredas como era de se esperar, afinal é assim mesmo que um foguete reage quando acionado. O pessoal da Rocket Racing está tentando regulamentar o esporte e em breve poderemos ver ao vivo e torcer pelos times de foguetes. Eu já tenho o meu favorito, time Santa Fé do Novo México. Achei um filminho no YouTube que mostra a primeira vez que o foguete fez uma aparição pública, aqui mesmo em Oshkosh na terça-feira. Hoje saímos cedinho no Cessna 182RG do nosso amigo que não tem nada de foguete, mas voa bonitinho. Depois eu conto como foi a viagem. A foto é de autoria do Tommy.


Pôsteres clássicos revisitados

Descobri (atrasado), no site do ilustrador Kako, as fotos da exposição Now Showing - Exploring the Lost Art of Film Poster, que aconteceu na COSH Gallery, em Londres. A mostra trouxe novas interpretações de cerca de 40 designers e ilustradores para pôsteres de clássicos cult como Os Pássaros, Laranja Mecânica, Blade Runner e até Garotos Perdidos. Tem no Flickr também. Quero todos.


*Os Pássaros por Corey Holms / Marian Bantjes
*Laranja Mecânica por David Johnston / David Ellis
*Blade Runner por Kako / Carlos Bêla


100 sacolas plásticas = 1 ingresso

O fim das sacolas plásticas já gerou muita polêmica. Há os que defendem, há os que militam por sua extinção. De qualquer maneira, elas estão aí e as usamos diariamente, sem ao menos percebermos. Por que elas, então, não são usadas para alguma coisa, além de ficar no famoso “puxa-saco” até você precisar trocar o seu lixinho no banheiro?

O Playland Amusement Park (site meio estilo 1994), em Nova York, teve uma brilhante idéia: criou o “Plastic Bag Day” (dia da sacola plástica, em tradução livre). As crianças que conseguissem arrecadar 100 sacolas e as levassem para o parque no dia ganhariam a entrada. Simples assim. Graças à iniciativa, cerca de 40 mil sacolas foram arrecadas e encaminhadas para a reciclagem.

É uma bela iniciativa para conscientizar as crianças, achar uma outra destinação para as famigeradas sacolinhas e limpar a comunidade local do excesso de lixo que não teria outra utilidade.

Simples, fácil, prático, eficiente e ecologicamente correto!

Melim no Stencil Festival na Austrália

Artistas brasileiros continuam onipresentes em exposições e mostras de street art pelo mundo. Agora é a vez de nosso amigo Daniel Melim, [+] de quem já falamos aqui, participar com algumas obras do festival de Stencils em Melbourne, na Austrália. O poster do evento, reproduzido acima, também é de sua autoria. Site do evento aqui.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Astronauta de sofá: estréia blog da escolhida pela Nasa para não fazer nada

A Nasa abriu em maio - e eu postei aqui - uma vaga de trabalho que, aparentemente, havia caído do céu: ficar durante 90 dias deitado em uma cama. O salário era bom (5 mil dólares por mês. Pô, pra não fazer nada). Tudo para estudar os efeitos da microgravidade no corpo humano.

O processo de seleção acabou e a cobaia, digo, o voluntário, foi escolhido. Heather Archuletta, uma americana de 38 anos, agora posta sua experiência nada confortável aqui. (Depois de ler o diário eu até fiquei com dó).

Daqui a 60 dias, outro voluntário assumirá o lugar de Heather. Você topa o desafio?

O Rap do Colisor de Hadron



Este é um dos vídeos mais nerds que eu já vi na minha vida. O pessoal que trabalha no CERN (Organização Europeia para Investigação Nuclear) resolveu fazer um rap sobre o grande colisor de Hádrons. O melhor não é a música nem a letra, mas a falta de ritmo do pessoal que aparece no vídeo. O pior que tenho alguns amigos que trabalham lá mas felizmente não apareceram no vídeo.

OBS: Participação especial de Stephen Hawking.