Falando em Halloween, se Dilma for eleita amanhã (coincidentemente dia 31 de outubro) tudo indica que teremos uma figura de filme de terror da presidência da República:


Não consigo me lembrar, ao certo, quando fiquei tão fascinado com essa data, que (infelizmente) é comemorada apenas nos países de origem anglo-saxônica. Talvez tenha sido na segunda série, quando houve na escola em que eu estudava uma festinha de Halloween. Os alunos entravam em fila numa sala de aula escura, com velas dentro de abóboras e professoras vestidas de bruxas, fazendo cara feia para as criancinhas. Logo senti a adrenalina, a boa sensação de estar sob uma situação de perigo controlada. Pensei: "caraca, isso aqui é muito maneiro!"


"Fúria de Titãs" gira em torno da história de Perseu, que se revolta com os deuses quando Hades mata sua família. No decorrer de sua jornada, porém, Perseu descobre ser filho de Zeus. Isso não abala sua disposição de confrontar-se com os deuses, ao lado de homens que acreditam que, com o fim da era dos mesmos, se verão livres da opressão divina que assola toda a Grécia.

A desenvolvedora Crystal Dynamics esclareceu que Lara Croft and The Guardian of Light, próximo game da franquia Tomb Raider, é um jogo separado da série principal.
“Estamos trabalhando em dois games e este será algo novo e diferente! Aguarde. Os dois games são separados e um não afeta o outro”, divulgou a empresa.
O jogo não terá o nome Tomb Raider no título e será com câmera isométrica. O game será lançado para download este ano para PlayStation 3, Xbox 360 e PCs.
"E o Oscar vai para... Guerra ao Terror", foram as palavras fulminantes e avalassadoras para James Cameron, e que consagraram Kathryn Bigelow como melhor diretora do melhor filme do ano. Na verdade, a disputa foi realmente curiosa. Cameron, diretor do maior rival de Guerra ao Terror, Avatar, é ex-marido de Bigelow. Mais do que uma batalha entre cônjujes, a disputa (acirradíssima até mais ou menos a metade do evento) marcava a batalha entre a simplicidade de um filme barato mas que apostava em conteúdo, contra megas-produções de centenas de milhões de dólares, que no enredo conseguem "enganar bem" - palavras de José Wilker, que durante a premiação exibida pela TV Globo gosta de cruzar as perninhas finas e fazer pose de intelectual.





