quarta-feira, 2 de julho de 2008

Faixa vermelha no céu?


Vejam que interessante esta faixa vermelha no céu! Parece até coisa de ET, mas não é não! É simplesmente uma nuvem gasosa que o Hubble detectou com o filtro de hidrogênio chamado H-alfa. A nuvem é o que sobrou da explosão de uma supernova há mais de 1.000 anos atrás. A SN1006 que explodiu a 7 mil anos-luz de distância foi provavelmente a supernova mais brilhante já vista da Terra. Imagino que o leitor esteja curioso para saber se estas cores são reais mesmo.... eu sempre digo que as cores das imagens do Hubble são uma boa aproximação das cores reais. O hidrogênio-alfa, por exemplo, tem uma cor avermelhada, por isto escolheram esta cor para representá-lo nesta imagem. As outras cores foram tiradas com filtros verde e azul.

Por Duilia de Mello, no site da Super.

Oito em cada dez adultos não sabem fazer ovo cozido

Quais são as suas habilidades na cozinha? Fazer pipoca de microondas não conta. Pois é, o negócio tá feio. De acordo com uma pesquisa inglesa, oito entre dez pessoas não tem noções básicas de cozinha, como fritar um bife ou fazer um ovo cozido.

A Somerfield, rede de supermercados inglesa que conduziu o estudo, entrevistou 1.500 pessoas e descobriu que 70% dos adultos não sabem cozer um ovo, enquanto 83% não sabem quanto tempo leva para fritar um bife. E ainda, 9% acham que leva menos de 30 minutos para cozinhar batatas.

Sua situação é parecida? Então aí vai um vídeo educativo:




Por Nina Weingrill, no site da Super.

Buemba! Apple resolve desbloquear o iPhone


É isso aí. Além do iPhone "normal", que requer um contrato de dois anos com a operadora americana AT&T (e, portanto, não pode ser trazido para o Brasil), também será lançada uma versão destravada do aparelho, que não exige compromisso nenhum - e vai custar de 600 a 700 dólares. É uma senhora paulada, o triplo do preço normal. Mas a notícia é boa, pois significa que não vamos mais ficar à mercê das operadoras de celular. Quem quiser um iPhone 3G desbloqueado poderá, sim, encontrá-lo no Brasil.

Por Bruno Garattoni, no site da Super.

Empresa japonesa cria sangue sintético para vampiros


Ok, não é bem isso. A comentada série literária teen Crepúsculo (Twilight), de Stephenie Meyer, vai ganhar versão cinematográfica em dezembro; a HQ da Buffy - A Caça Vampiros continua bombando lá fora; e agora é a HBO que vai entrar na onda vampiresca, com a estréia da série True Blood em setembro. Também baseada numa série de livros (Southern Vampire Mysteries, de Charlaine Harris), True Blood é criação de Alan Ball, roteirista de A Sete Palmos / Six Feet Under e do filme Beleza Americana. A premissa é a seguinte: numa cidadezinha da Louisiana, no sul dos EUA, uma garçonete telepata chamada Sookie (Anna Paquin) salva um vampiro das garras de um casal que queria roubar e vender seu sangue - e acaba se apaixonando por ele.

E a campanha viral da série já começou. A história na TV parte da criação de uma bebida sintética japonesa que reproduz as propriedades do sangue humano, o que faz com que os vampiros parem de caçar humanos e assumam publicamente sua existência. Então era questão de tempo até aparecer o site oficial do sangue falso (chamado de TruBlood), anúncios misteriosos em jornais e revistas dos EUA, vídeos no MySpace e até um blog criado para documentar a co-existência de humanos e vampiros, tudo isso parte da divulgação criada pela HBO.

A premissa é incrível, a expectativa para a série é alta (o canal precisa urgentemente de um novo hit) e a campanha é genial. Só tem um problema. Uma versão quase pronta do primeiro episódio vazou na web... e é um horror de tão ruim. Não fui só eu que achei, a recepção internet afora não não está nada boa. Uma tristeza sem fim. E agora? O que fazer quando tudo em volta de uma nova série funciona, menos o programa em si?

Por André Sirangelo, no site da Super.

É filme ou é jogo?


“O uso da cutscene significa a injeção de um material puramente contemplativo em uma experiência que é essencialmente cinética”. Assim começa um editorial do cabeçudo Gamasutra sobre o uso de cutscenes nos games. Cutscenes, para os não-iniciados, são aquelas partes dos games que servem para contar a história, onde você não joga, só assiste. O equivalente no cinema seria a hora que o vilão, antes de dar o golpe final no mocinho, resolve dizer ou o plano de dominação mundial ou os motivos de ele estar fazendo isso. A ação pára de forma que o plot faça sentido. Tem gente que adora as tais. Eu sou médio-fã. Como gosto de Halo, às vezes ficava torcendo (especialmente na história maluca que é Halo 2) pra que a ação parasse e me explicassem o que diabos estava acontecendo.


Mas será que não andam exagerando nas cutscenes, agora que temos tecnologia para fazer seqüências de fato cinematográficas? O editorial no Gamasutra é motivado, ao que me parece, pelo Metal Gear Solid IV, junto com GTA IV (notem o padrão) o mais falado jogo do ano. Antes de você controlar Solid Snake pela primeira vez é necessário ouvir quase 20 minutos de blábláblá. Há uma cena que dura mais de meia hora. Não será demais? Será que realmente o videogame fica tentando se aproximar do cinema dessa maneira meio artificial? Em Star Wars: Knights of the Old Republic, um RPG que na minha opinião tem uma história melhor que qualquer filme da série, o roteiro mesmo é construído (e contado) pelo jogador, durante as fases. Mesma coisa acontece com Half-Life, onde você vai entendendo o que aconteceu à medida que encontra sobreviventes, ou simplesmente passa pela base militar detonada no início. Até mesmo em Bioshock as cutscentes são pequenas e a história genial. E esse jogo, não à toa tão incensado pela crítica, tem o que eu acho o ideal: se você quiser entrar mais no mundo, entender a história, pode ficar ouvindo as gravações dos ex-habitantes da cidade Rapture nos rádios perdidos. Enfim, acho que cutscenes podem ser legais, mas essa ânsia de parecer cinema faz o videogame perder sua função como mídia. Fãs de Metal Gear e Final Fantasy devem discordar de mim. Mas apenas uma história excelente não faz um jogo genial, mas a opção de fazer os combos mais maneiros (Kratos eu estou olhando para você) sim.

Por Pedro Burgos, no site da Super.

Príncipe Charles e seu carro a... vinho!

Depois de inaugurar o seu projeto para cuidar das florestas tropicais do mundo, o Príncipe Charles deu mais um passo para se tornar sustentável: converteu o seu Aston Martin DB6 – carro que ganhou de sua mãe, a rainha, no seu aniversário de 21 anos – em bioetanol. Mas não é qualquer bioetanol. O carro é abastecido com vinho!

Na União Européia existe uma cota de produção máxima do produto para que os preços sempre se mantenham estáveis. O excesso, para não ser jogado fora, é mandado para a Green Fuels, que faz a destilação. Dessa forma, cria-se o biocombustível feito de etanol! Chique, não?

A meta do príncipe é reduzir suas emissões de carbono em 12,5% até 2012, assim como determina o Protocolo de Kyoto. Com o novo combustível, espera-se que as poucas viagens da realeza feitas com o veículo (cerca de 480 quilômetros por ano) reduzam as emissões em 85%.

O preço do vinho, ou melhor, do combustível feito a partir do vinho custa 1,1 libra o litro, só um pouco mais barato do que o feito com petróleo. Calcula-se que são necessárias 4,5 garrafas de vinho para cada milha percorrida (ou 1,6 quilômetro).

Como o corte das emissões está indo de vento e popa – afinal, até as vacas do príncipe estão se alimentando de grama para reduzir o metano expelido pelas, digamos, flatulências dos animais -, Charles pensa em ampliar a redução para 25% até 2018.

Colesterol faz bem para a memória

Exagere no bom colesterol. É o que diz uma pesquisa feita pelo Instituto Nacional Francês de Estudos Médicos. Eles descobriram que níveis baixos de HDL, o bom colesterol, estão ligados diretamente com a perda de memória, ou demência.

Os estudiosos entrevistaram 3.673 pessoas aos 55 anos e seis anos depois. O teste, repetido durante os dois encontros, era simples: dizer o maior número de palavras em uma lista com 20, depois de olhar para ela por alguns segundos.

Aqueles com o nível baixo de colesterol bom tinham um aumento de 27% na perda de memória. No segundo teste, onde os entrevistados já tinham mais de 60 anos, o risco era ainda maior, 53%.

Os cientistas não sabem o que o HDL faz para atuar em prol da memória, mas eles suspeitam que isso seja um reflexo dos derrames causados pela falta ou baixo índice desse colesterol. O HDL forma uma classe de lipoproteínas que carregam o colesterol dos tecidos do corpo para o fígado, para ser excretado. Ele também diminui o risco de ataques do coração e ajuda na maturação das sinapses entre as células nervosas.

Quer evitar ter grandes problemas com a memória, o coração, as artérias... etc: coma gorduras mono ou poli saturadas, como óleo de oliva, milho, soja, girassol e outros. Esses alimentos ajudam na produção da proteína.

Por Nina Weingrill, no site da Super.