
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Faixa vermelha no céu?

Oito em cada dez adultos não sabem fazer ovo cozido
A Somerfield, rede de supermercados inglesa que conduziu o estudo, entrevistou 1.500 pessoas e descobriu que 70% dos adultos não sabem cozer um ovo, enquanto 83% não sabem quanto tempo leva para fritar um bife. E ainda, 9% acham que leva menos de 30 minutos para cozinhar batatas.
Sua situação é parecida? Então aí vai um vídeo educativo:
Buemba! Apple resolve desbloquear o iPhone

Empresa japonesa cria sangue sintético para vampiros

E a campanha viral da série já começou. A história na TV parte da criação de uma bebida sintética japonesa que reproduz as propriedades do sangue humano, o que faz com que os vampiros parem de caçar humanos e assumam publicamente sua existência. Então era questão de tempo até aparecer o site oficial do sangue falso (chamado de TruBlood), anúncios misteriosos em jornais e revistas dos EUA, vídeos no MySpace e até um blog criado para documentar a co-existência de humanos e vampiros, tudo isso parte da divulgação criada pela HBO.
A premissa é incrível, a expectativa para a série é alta (o canal precisa urgentemente de um novo hit) e a campanha é genial. Só tem um problema. Uma versão quase pronta do primeiro episódio vazou na web... e é um horror de tão ruim. Não fui só eu que achei, a recepção internet afora não não está nada boa. Uma tristeza sem fim. E agora? O que fazer quando tudo em volta de uma nova série funciona, menos o programa em si?
É filme ou é jogo?

Mas será que não andam exagerando nas cutscenes, agora que temos tecnologia para fazer seqüências de fato cinematográficas? O editorial no Gamasutra é motivado, ao que me parece, pelo Metal Gear Solid IV, junto com GTA IV (notem o padrão) o mais falado jogo do ano. Antes de você controlar Solid Snake pela primeira vez é necessário ouvir quase 20 minutos de blábláblá. Há uma cena que dura mais de meia hora. Não será demais? Será que realmente o videogame fica tentando se aproximar do cinema dessa maneira meio artificial? Em Star Wars: Knights of the Old Republic, um RPG que na minha opinião tem uma história melhor que qualquer filme da série, o roteiro mesmo é construído (e contado) pelo jogador, durante as fases. Mesma coisa acontece com Half-Life, onde você vai entendendo o que aconteceu à medida que encontra sobreviventes, ou simplesmente passa pela base militar detonada no início. Até mesmo em Bioshock as cutscentes são pequenas e a história genial. E esse jogo, não à toa tão incensado pela crítica, tem o que eu acho o ideal: se você quiser entrar mais no mundo, entender a história, pode ficar ouvindo as gravações dos ex-habitantes da cidade Rapture nos rádios perdidos. Enfim, acho que cutscenes podem ser legais, mas essa ânsia de parecer cinema faz o videogame perder sua função como mídia. Fãs de Metal Gear e Final Fantasy devem discordar de mim. Mas apenas uma história excelente não faz um jogo genial, mas a opção de fazer os combos mais maneiros (Kratos eu estou olhando para você) sim.
Príncipe Charles e seu carro a... vinho!
Depois de inaugurar o seu projeto para cuidar das florestas tropicais do mundo, o Príncipe Charles deu mais um passo para se tornar sustentável: converteu o seu Aston Martin DB6 – carro que ganhou de sua mãe, a rainha, no seu aniversário de 21 anos – em bioetanol. Mas não é qualquer bioetanol. O carro é abastecido com vinho!Na União Européia existe uma cota de produção máxima do produto para que os preços sempre se mantenham estáveis. O excesso, para não ser jogado fora, é mandado para a Green Fuels, que faz a destilação. Dessa forma, cria-se o biocombustível feito de etanol! Chique, não?
A meta do príncipe é reduzir suas emissões de carbono em 12,5% até 2012, assim como determina o Protocolo de Kyoto. Com o novo combustível, espera-se que as poucas viagens da realeza feitas com o veículo (cerca de 480 quilômetros por ano) reduzam as emissões em 85%.
O preço do vinho, ou melhor, do combustível feito a partir do vinho custa 1,1 libra o litro, só um pouco mais barato do que o feito com petróleo. Calcula-se que são necessárias 4,5 garrafas de vinho para cada milha percorrida (ou 1,6 quilômetro).
Como o corte das emissões está indo de vento e popa – afinal, até as vacas do príncipe estão se alimentando de grama para reduzir o metano expelido pelas, digamos, flatulências dos animais -, Charles pensa em ampliar a redução para 25% até 2018.
Colesterol faz bem para a memória
Exagere no bom colesterol. É o que diz uma pesquisa feita pelo Instituto Nacional Francês de Estudos Médicos. Eles descobriram que níveis baixos de HDL, o bom colesterol, estão ligados diretamente com a perda de memória, ou demência.Os estudiosos entrevistaram 3.673 pessoas aos 55 anos e seis anos depois. O teste, repetido durante os dois encontros, era simples: dizer o maior número de palavras em uma lista com 20, depois de olhar para ela por alguns segundos.
Aqueles com o nível baixo de colesterol bom tinham um aumento de 27% na perda de memória. No segundo teste, onde os entrevistados já tinham mais de 60 anos, o risco era ainda maior, 53%.
Os cientistas não sabem o que o HDL faz para atuar em prol da memória, mas eles suspeitam que isso seja um reflexo dos derrames causados pela falta ou baixo índice desse colesterol. O HDL forma uma classe de lipoproteínas que carregam o colesterol dos tecidos do corpo para o fígado, para ser excretado. Ele também diminui o risco de ataques do coração e ajuda na maturação das sinapses entre as células nervosas.
Quer evitar ter grandes problemas com a memória, o coração, as artérias... etc: coma gorduras mono ou poli saturadas, como óleo de oliva, milho, soja, girassol e outros. Esses alimentos ajudam na produção da proteína.